25
mar
11

Salmão delícia!

opção mais light na hora do jantar

Ah, sim. Voltei.

Depois de milênios ainda não consegui largar isso aqui. Agora casada, formada em Jornalismo, tranquila e por enquanto, sem trabalhar fora de casa.

Bom, depois do devido update, aqui vai mais uma pequena aventura gastronômica: Salmão. Eu e meu marido, Marcelo, compramos uma posta de salmão e ela já estava há alguns dias no congelador. O Marcelo inventou um belo dia então que queria comer salmão. Ok. Mas eu nunca fiz salmão na vida, não tinha ideia de como fazer. Seria o nosso jantar.

Liguei então para minha irmã Caroline, que já está casada há um tempão e tem uma filhinha fofa. Apesar da distância Brasília-São Paulo, nunca deixamos de ser amigas. Ela sempre faz receitas saudáveis e gostosas, então resolvi perguntar como ela gosta de fazer salmão.

A receita que ela me deu foi a seguinte:

Deixar a posta do peixe marinando em um caldo composto de manteiga, alho amassado, suco de laranja (ou maracujá) e sal. Deixar por 20 min mergulhado no caldo. Enquanto isso você pode ir untando a assadeira com doses generosas de manteiga ou maragarina. (Reserve um pouco do caldo para ser jogado sobre o salmão enquanto o assa no forno.)

Depois de marinado o salmão pode ir ao forno, 200 graus. Depois de um tempinho dá uma checada e vê se ele já cozinhou. Se estiver cozido, retire-o do forno, derrame o restante do caldo por cima e decore em volta com batatinhas pré-cozidas e meladas na manteiga.

Coloca de novo no forno só pra dar aquela gratinada….e pronto! Bon appetit!

Minha amiga queria Isabelita Fernandes tinha vindo da Bahia e estava aqui em casa. Claro que ela me ajudou e isso fez toda a diferença! É muito bom cozinhar com amigas :)

O Marcelo adorou e, eu, que prefiro salmão cru nos restaurantes japoneses, gostei da versão assada também :)

17
mai
10

O poder do Café

A bebida que veio das arábias e conquistou o mundo pode provocar reações em nosso sistema nervoso central parecidas com os efeitos provocados pelas drogas.


Uma das coisas mais brasileiras que existe é tomar café. Café preto, cafezinho na xícara, ou naqueles copinhos de vidro no balcão das padarias. Café com leite, pingado. Tanto faz.  Nós brasileiros amamos o café.

Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Café – Abic, só em 2009 mais de 18 milhões de sacas de café foram consumidas por aqui.

Apesar de gostarmos tanto de tomar café, pouca gente sabe o que essa bebida pode provocar em nosso sistema nervoso central.

Que o café é um estimulante natural todo mundo já sabe. Mas a cafeína contida nessa bebida pode acelerar nosso ritmo, assim como a heroína e a cocaína, mas de forma bem mais leve.

Ela tira o sono, melhora a concentração, nos leva a pensar mais claramente e ajuda em nossas atividades motoras. Aumenta nossa velocidade em realizar cálculos e pode até melhorar dores de cabeça.

A cafeína também libera adrelina, procova taquicardia, dilatação das pupilas, aumenta nossa pressão arterial e abre os tubos respiratórios. Acelera nosso metabolismo também.

Tomar café também aumenta a concentração de dopamina no sangue, que é uma substância que nos dá sensação de bem-estar, daí a explicação para o café ser meio viciante.

Enfim, o café nos dá energia, tira o nosso sono e nos dá prazer. Mas…

É claro que em tudo devemos ser moderados, então tomar café demais pode fazer mal à saúde, provocando tremedeiras, pressão alta e aumento da frequencia cardíaca.

Hoje existem milhões de tipos de café. Para quem quiser aprender a fazer aquele cafezinho básico delicioso em casa aí vai a receita que aprendi com a minha mãe (o melhor café que tem!):

Para 500ml de água, ela faz 3 colheres de sopa de pó de café. Açúcar à gosto.

Café é bom demais!!

12
mai
10

Quiche frustrada

Tentei cozinhar uma quiche simples de presunto, queijo e cebola — receita que já fiz — mas deu tudo errado.
Na verdade a quiche ficou com uma aparência ótima, muito bonita. Mas a massa do recheio ficou com uma textura estranha.
A massa que envolve a quiche, que era para ficar esfarelada e crocante, ficou dura demais.
Não sei aonde foi que eu errei. Sei muito menos o que vou fazer com a quiche agora.

Enfim, essas coisas acontecem.

Para compensar fiz ontem para o almoço uma macarronada deliciosa à bolonhesa!
Eu estava com muita pressa e tinha pouco tempo para almoçar antes do estágio. Nessas horas a melhor escolha é a macarronada!
Escolhi no supermercado a carne moída de patinho — sinceramente não sei que parte do boi é essa — com apenas 5% de gordura (é mais gostosa!).

Essa carninha refoguei com vários pedaçinhos de tomate e cebola, com caldo de carne e bacon…

Juntei a carne com o molho, um tanto de manjericão, katchup e voilà!
Molho de tomate bolonhesa!

Foi um almoço muito gostoso apesar de um pouco solitário…Mas amanhã meu noivo vai provar :)

10
mai
10

Voltando a postar

Voltando a postar no blog…Acho que é o primeiro post do ano!

O abandono se deve ao fim do ano e começo de outro ano, que trouxe muitas novas responsabilidades como a monografia, projetos de final de curso e meu casamento no fim do ano!  Mas, graças a Deus, está tudo indo bem!

Mas falando de comida, o que é sempre bom, assisti um filme esses dias na casa do meu noivo — adorei! — Julie and Julia (2009).  Mais um filme gastronômico, mas bem mais sensível e adorável.

Julie enfrentando seus medos na cozinha

O filme conta a estória real de uma servidora pública (Julie Powell) que resolve colocar em prática todas as receitas do livro de uma famosa cozinheira americana chamada Julia Child, Mastering The Art Of French Cooking, em um ano.  Ela escreve um blog contando a experiência.

A comida na verdade nem é muito o assunto principal do filme. Os pratos maravilhosos apresentados durante a estória servem de guarnição para o prato principal:  Julie e seu relacionamento meio que “platônico” com Julia.  Julie encontra nessa meta uma nova motivação e sentido para as coisas.

Gostei tanto do filme porque me identifiquei muito com Julie. Muitas coisas da personalidade da personagem me lembram de mim mesma.

Bom, eu recomendo!

Gostaria muito de encontrar algumas das receitas que aparecem no início do filme, antes do encontro de Julie com o livro de Julia Child.  Tem um bolo de chocolate incrível e umas torradas refogadas com pedacinhos de tomate, cebola e vegetais… humm!

Confesso que o filme até me encorajou a voltar a escrever neste blog. Me encorajou também a me arriscar mais na cozinha, a confiar nos talentos que Deus me deu e a, quem sabe um dia, escrever um livro!

Essa coragem toda me incentivou por enquanto a fazer feijão e purê de batatas pela primeira vez na vida, e me saí muito bem :)   .

13
nov
09

La raclette

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A raclette: alternativa à fondue

Em uma pequena reunião entre amigos num domingo à noite, descobri um jeito novo de somar boa comida, boa companhia, boa bebida e horas de conversa em volta da mesa. Uma das coisas que mais gosto em uma refeição na verdade, é ficar ali, beliscando e falando, bebericando e ouvindo.  Afinal, para sentar na sua mesa não se convida qualquer pessoa. 

A Raclette foi a grande surpresa para algumas pessoas naquela noite. Inclusive para mim. Para quem não sabe, a raclette, de origem suíça, funciona como uma fondue. Uma grelha acoplada a uma pedra de granito quente, para fritar pedaçinhos de frango, carne, salsichas, salmão, o que quiser. A grelha frita e a pedra mantém o calor. Embaixo da grelha, espátulas fundas onde se coloca pedaços de batata cozida com queijo em cima. Coloca-se a espátula embaixo da grelha quente, e voilà! Batata com queijo derretido ou até gratinado. O comensal pode comer a batata com as carnes, e com outros ingredientes disponíveis na mesa. Azeitonas, cebola, cenoura, presunto, shoyo, a criatividade é que vai definir.

 O objetivo é ir comendo devagar, à medida que os elementos vão ficando prontos.

Bom, foi mais ou menos assim que aconteceu na noite de domingo. Uma dica: Na hora de apreciar uma refeição com a raclette, não vá com muita sede ao pote. É preciso ir comendo devagar, porque os ingredientes podem demorar um pouco para ficarem prontos. Afinal a raclette é para confraternizar em volta da mesa.

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Variedade com os ingredientes

 Agora sobre a raclette em si. Um pouco da estória desse estilo suíço de comer. No original a raclette é feita com queijo suíço, raspado, que é comido com batatas inglesas. Daí a palavra francesa racler, que quer dizer raspar. Na verdade o queijo é o ingrediente mais importante da raclette. É um dos pratos preferidos na Suíça e em alguns países da Europa ele faz muito sucesso.

 Como a fondue, esse prato é mais para ser apreciado durante o inverno. A grelha quente acaba por elevar a temperatura do ambiente e quem estiver encarregado de cuidar das carnes e dos queijos para não queimarem, pode querer colocar um ventilador por perto.

 Como quase sempre acontece em nosso país, acabamos transformando tudo o que chega por aqui. Com a raclette moderna, abrasileirada da minha reunião com amigos, colocamos ingredientes da nossa preferência, adicionamos katchup e a maioria substituiu o vinho por sucos gelados e refrigerantes. Mas ficou tudo uma delícia. Tanto a raclette, quanto a conversa e a companhia.

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  Assista um vídeo que ensina como se prepara uma reclette!

30
out
09

Planeta sabor

food-flagsNeste país cosmopolita onde vivemos não é difícil encontrar todo tipo de manifestação cultural.  As diferenças estão no cerne da história do Brasil. Da nossa comida, da nossa língua e dos costumes. 

A gastronomia brasileira é fruto da imigração de vários povos, de influências africanas, portuguesas, japonesas, italianas, chinesas, e de outros lugares longínquos e encantadores que, até hoje surpreendem. 

Herdamos a cultura de temperos fortes e apimentados dos africanos, das massas e pizzas italianas – que acabamos transformando em algo novo e só nosso – do costume português de comer peixe nas cidades litorâneas e doces maravilhosos à base de muito ovo e açúcar no interior.    

Hoje a mistura é ainda maior e a globalização só ajuda. Isso deixou de ser privilégio dos brasileiros há muito tempo. É comum caminhar pelas ruas de Paris, por exemplo, e encontrar barraquinhas com dizeres árabes, oferecendo um suculento kebabe de cordeiro, que pode ser fatiado na hora para você. O famoso crepe francês, feito com nuttela e banana, preparado por um italiano que diz ao te entregar a guloseima: “crepe con amore!”.  

Tem coisas, porém, que ainda são encontradas somente em seus lugares de origem. Como a bebida espanhola feita de raiz, a horchata. A culinária de Sarajevo e os doces árabes com amendoins e fios de ovos, de Nazaré, em Israel. Só se encontra lá. 

 Mas, a cada dia é um restaurante étnico que surge com alguma iguaria nova, vinda de algum lugar bem longe para o nosso país, pronta pra ser experimentada – odiada ou amada – por nós. A primeira vez que alguém come um sashimi – peixe cruzinho da silva – pode se arrepender, e depois de algumas outras tentativas, passar a apreciar esse gosto japonês. O difícil é se acostumar com os hashis, os “pauzinhos” de bambu.  

O mundo tem se tornado menor e o ocidente tem recebido mais do oriente uma avalanche de niguiris, arroz com canela e castanhas, pastel, chás branco e verde, kibes e falafel. Tudo ao nosso alcance. 

 Dentre essas novidades, surge um tipo de chá, que não é novidade pra ninguém lá na China. Parte de uma cultura milenar e fascinante, o chá floral, chegou ao Brasil, pelo jeito pra ficar. De acordo com matéria publicada na FolhaOnline este mês, já existem pelo menos três estabelecimentos que oferecem a bebida no país.  

 O que esse chá tem de  mais impressionante, enche os olhos e não a boca. Como o nome já suscita, o chá é feito com uma flor envolvida em um novelo de folhas de chá verde. Em contato com a água quente, o novelo se abre e a flor colorida surge. Detalhe: a flor é colhida de madrugada, nas províncias distantes da China, em lugares que, se não fosse a modernidade e a curiosidade das pessoas de ver o que tem ali mais além da serra, nunca teríamos a oportunidade de conhecer. 

 O mundo pode ser visto como uma grande cozinha, cheia de caldeirões borbulhantes e aromas envolventes. A gastronomia pode ser explorada  sem que você precise viajar até o Egito ou a Bombaim. Coisas deliciosas e diferentes para comer e beber já podem estar disponíveis em um lugar bem mais perto, ali, na sua mesa.

23
out
09

Tradição carioca

O famoso couvert do La Mole

O famoso couvert do La Mole

Quem já foi ao Rio de Janeiro e não conhece o La Mole, está perdendo um dos restaurantes mais queridos dos cariocas. 

A casa começou em 1959 quando o italiano Domenico Magliano abriu uma pequena sorveteria e pizzaria no bairro do Leblon. Desde então, o restaurante cresceu e hoje funciona no sistema de franquias com 15 lojas e cerca de 1000 colaboradores. Infelizmente só se pode conhecer o La Mole no Rio de Janeiro e em Niterói. 

Carro-chefe

No La Mole, o cliente pode se deliciar com massas, saladas, carnes, aves, feijoadas, risotos, pizzas, tortas doces e, é claro, o famoso couvert.  O couvert de lá é tão bom, que acabou se tornando o carro-chefe da casa. É basicamente composto por pãezinhos variados quentinhos, pastas, fatias de linguiça calabresa, azeitonas, ovos de codorna e salaminho. Uma delícia, só. 

La Mole ainda faz entregas na casa do cliente. Mas o gostoso mesmo é sair de casa e aproveitar o espaço agradável e familiar do restaurante. 

Pra quem está de viagem no Rio, vale a pena experimentar!

21
set
09

Geladinho saudável

                                                                                                      Paryogoberryece sorvete, mas não é. O gelado Yogoberry é frozen iogurte de baixa caloria. Feito com leite desnatado e bem pouco açúcar, é mais saudável do que o tradicional sorvete e não tem gordura.

Pode ser servido em potes de três tamanhos diferentes e nos sabores natural e chá verde. Os toppings, escolhidos pelo cliente, incluem frutas, caldas, cereais, chocolate e outras delícias. A Yogoberry também oferece Yogo Smoothies, frozen iogurte batido com polpa de frutas e monin, um aromatizante de origem francesa.

 

O brasiliense pode provar da novidade na 214 Norte e no Pier 21. O pode médio de frozen iorgurte com três opções de toppings, sai por volta de R$10,00.

10
set
09

Sabor caliente

chiliQuem gosta de pimenta malagueta? Essa fruta de sabor ardido e forte já era usada na mesa dos mexicanos há 9 mil anos atrás. Hoje a pimenta pode ser encontrada no mundo inteiro e foi incorporada na culinária de diferentes culturas. Inclusive na nossa.

Há quem não suporte a sensação de “fogo na boca” que a pimenta provoca. Outros porém, adoram justamente essa sensação. Apesar da ardência, a fruta faz bem à saúde do estômago. A substância responsável pelo sabor provoca a liberação de endorfinas e melhora a digestão.

Quem mora em Brasília pode provar da comida mexicana bem apimentada no restaurante Chili Pepper. Com localização em dois pontos da cidade, um na 213 Norte e outro na 215 Sul, o restaurante mexicano é uma boa pedida pra quem gosta de apimentar o paladar e se divertir. Nachos, guaca mole, tortillas e outras delícias estão presentes no cardápio.  A sobremesa, uma tortilla doce de banana com chocolate, fecha a refeição.

Os preços do menu à la carte e do bufê variam de R$20,00 a R$50,00.

06
set
09

Paladar imperial

simboloNem só de praias e água de coco se faz o Rio de Janeiro. A cidade maravilhosa é um pólo gastronômico onde a cultura africana e européia se misturaram num caldeirão de delícias cariocas.

No região central da cidade, um pouco mais distante das praias, estão os edifícios mais antigos, da época imperial. Grandes casarões se tornaram museus com cafés e livrarias charmosas. As pequenas ruas onde hoje é impossível que se passe um carro, são lotadas pessoas e comércio popular. O clássico se mistura ao moderno. É neste lugar onde se encontra uma das confeitarias mais tradicionais do Brasil: a Confeitaria Colombo.

A casa existe desde os tempos imperiais e era frequentada pela “boa banda” da sociedade, tendo inclusive, a própria princesa Isabel como cliente. Hoje o visitante não precisa pertencer à realeza para entrar e se deliciar com os doces, tortas, cafés, bolos, salgados etc. O visitante pode curtir o visual europeu da confeitaria, cheio de pompa, ao mesmo tempo em que aprecia a música do piano de calda tocado ao vivo.

galera

Quem deseja se sentar nas mesinhas charmosas no interior da confeitaria tem que esperar um pouco para ter seu lugar. Se preferir, pode fazer seu pedido rapidamente nos balcões e comer em pé mesmo.

Além dos comes e bebes, a casa oferece vários produtos com a marca Confeitaria Colombo. Latas contendo doces e chocolates, além de artigos em porcelana, por exemplo, são vendidos no local. Uma lata média de bombons sai por R$50,00




Olho Vivo

Museu Nacional







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